Viajando pela Itália de trem

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ALERTA POST GRANDE: Esse é um post gigante, explicado ao máximo para quem está planejando sua viagem pela Península Itálica. 

Olá leitores! Hoje vamos falar de Itália e da minha experiência me transportando e conhecendo o país de trem. É comum vermos em guia, em blogs e programas de TV as pessoas viajando pela Itália de carro alugado, porém essa situação pode não ser ideal para todos por diversos motivos, não são todos que tem habilitação ou se sentem seguros para pegar uma estrada em um país estrangeiro, além de não ser necessariamente uma escolha econômica tão acessível assim, porque além dos custos com o aluguel, a gasolina e os pedágios na Itália são caros… Para quem viaja sozinho então alugar um carro parece não fazer muito sentido. Então se você tem interesse em conhecer diversas cidades italianas sem fazer sempre uma ponte aérea ou alugar carro, a opção pela ferrovia é sua amiga.

Estação ferroviaria de Lucca <3

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Minha viagem começou por Veneza e terminou por Roma, passando pela Toscana, pela Umbria e pela Costa Amalfitana, toda por trem, exceto nas cidades da Umbria onde estávamos de carro com amigos.

De Veneza fui para Florença, lá em Florença fiz passeios de um dia pelas cidades de Pisa e Lucca. De Florença partimos para Narni, lá encontramos nossos amigos, depois de lá fomos para Sorrento, após dois dias no sul, voltamos para Narni. De lá depois fomos para Roma, onde terminou nossa viagem.

Há dois tipos distintos de trem, os de alta velocidade e os regionais.

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Os trens de alta velocidade são a nossa opção para trajetos mais longos de uma região da Itália à outra. Usei esse tipo de trem de Veneza para Florença (ida) e de Roma para Nápoles (ida e volta).

Companhias de trem:

Trenitalia/Le Frencce:  Anteriormente conhecidos como Eurostar Italia, os trens da Le Frencce fazem parte da companhia ferroviária nacional Trenitalia. São os mais conhecidos trens de alta velocidade da Italia. Há 3 tipos de trens Le Frecce, chamados de Frecciarossa (FR), Frecciargento (FA) e Frecciabianco (FB). Juntos, esses trens percorrem a maior parte da Itália,  principais cidades, como Roma, Milão, Veneza e Nápoles. Os trens possuem duas classes distintas.  Eu Viajei somente com o Frecciarosa.

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Frecciarossa

Os trens Frecciarosa são modernos e confortáveis. Eu simplesmente adorei as viagens que fiz! Não há o que eu possa reclamar da viagem, talvez a única ressalva seja: embora o WiFi no trem seja gratuito para cadastrar você deve possuir um telefone com número italiano (ou de outra parte da Europa, não tenho absoluta certeza). Por isso não consegui acessar a internet no trem.

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Interior do Frecciarossa

Eu no trem freccia.

Italo: Uma outra companhia que oferece viagens expressas. Assim como com a Trainitalia de alta velocidade, essa companhia também não contempla todas as cidades, somente as principais cidades italianas. O diferencial da Italo está nas Casa Italo, é como um quiosque dentro da estação para os passageiros, porém não sei se contempla todas as classes, creio que sim, necessito de maiores informações. E na existência de 3 classes, ao invés de apenas duas, são elas: Classe Smart (3a), Classe Prima (executiva) e Classe Club (1a classe).

Trem Italo, imagem achada no Google

Comprando os bilhetes: Podem ser comprados com antecedência na internet, nas máquinas da estação ou no guiche nas estações. O preço não é barato, nada na Italia o é, e esses trens não seriam diferentes, mas vale bastante a pena para uma viagem rápida, confortável e segura. Os preços variam logicamente com o trecho comprado.

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Esses são os trens internos da Treinitalia, que contemplam praticamente todo o país. São com esses trens que conhecemos outras cidades em trajetos menores, como por exemplo de Florença para Pisa ou Sienna. Utilizei bastante esse trem. Ele não é a coisa mais confortável do mundo, é um trem simples, alguns vagões estão em melhores condições que outros. Enfrentei problemas de vagões sem ar condicionado por exemplo. E nem me senti tão segura viajando, então fique atento a sua segurança quando estiver com bagagem. Porém os trens são bastante eficientes.

Trem regional, foto achada no Google

Minha madrinha no trem rumo à Orte

Comprando os bilhetes: Foi confuso para mim no início, mas depois eu fiquei craque nisso. Compro nas maquininhas da estação mesmo, escolho o horário e destino de meu trem. Os preços são bons, acessíveis, é o transporte que todos usam na Itália, e os preços variam de acordo com o trajeto. As máquinas possuem vários idiomas, se tiver dificuldade com o italiano, pode escolher a opção em espanhol ou em inglês. Eu acho mais fácil comprar os bilhetes nas máquinas do que nos guichês com as pessoas, eu sempre me enrolava mesmo falando em inglês, não entendo nada do inglês deles, acho até melhor em italiano, mas sempre foi confuso para mim e eles não são lá um poço de educação.

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Uma coisa IMPORTANTE a ser ressaltada, você vai descobrir isso lá, mas já é melhor ir avisado, não? Todos os bilhetes precisam ser validados na maquina da estação antes do seu embarque, caso não sejam validados você poderá ser multado, os bilhetes só não válidos se corretamente validados antes do embarque. Se você comprar a passagem com antecedência, se lembre de somente validar ANTES de embarcar, se não o tempo do bilhete poderá expirar. É necessário validar, pois os bilhetes tem validade para o trajeto comprado por dias. Então fique atento valide nas MÁQUINAS AMARELAS, quase todo o binário as possui.

Atenção ao seu trem!

Fique atento ao horário e número de seu trem, para corretamente identifica-lo. Quando você compra seu bilhete, você compra pelo seu trajeto, então não sabe o destino final do trem, por isso guarde o número do trem e o horário de chegada deste, para esperar aparecer a correta identificação da sua plataforma. As plataformas aparecem um pouco antes da saída dos trens, as vezes com bastante antecedência, as vezes em cima da hora, as vezes troca, então preste atenção para não embarcar no trem errado.

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Legenda Básica que você deve saber:

BINÁRIO = Plataforma

CARROZZA = Vagão

BIGLIETTO = bilhete

FERMATA = parada

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(trajeto pelo Frecciarosa)

Estação Santa Lucia (Venezia) – Santa Maria Novella (Firenze)

Há outras estações de trem nessas cidades, uma outra em Veneza fica no continente. Já a Santa Lucia fica na própria ilha de Veneza, com fácil acesso, próxima à duas estações de Vaporetto. A estação Santa Maria Novella é a estação de trem mais central de Florença, localizada no centro histórico, é a que os turistas devem dar preferencia, pois provavelmente será a mais próxima de sua hospedagem.

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(trajeto pelo Regionale)

Santa Maria Novella (Firenze) – Pisa San Rossore (Pisa)

Melhor opção é parar na pequena e quase fantasma estação San Rossore ao invés de Pisa Centrale, pois a primeira é muito mais perto das atrações que queremos ver (a famosa Torre de Pisa), dá para ir andando e rapidamente estamos no cítio.

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(trajeto pelo Regionale)

Pisa San Rossore – Lucca

Depois de conhecer a encantadora Lucca fiz o trajeto de volta à Florença, pela mesma estação.

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(trajeto pelo Regionale)

No dia que nos despedíamos de Florença ingressaríamos para Umbria, havíamos previamente combinado com nossos amigos, que eles nos pegariam na estação de Orte, de onde seguiríamos de carro com eles para Narni.

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(trajeto pelo Regionale)

Narni -Amélia – Roma Termini

Há três estações em Roma: Roma Tiburtina, Ostiense e Roma Termini, que é a estação principal e maior da cidade. Esse trajeto. Narni – Roma – Narni foi o que eu mais fiz nessa viagem, nem sei quantas vezes peguei esse trem.

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(trajeto pelo Frecciarosa)

Roma Tiburtina (Roma) – Napoli Centrale (Napoli)

Preferimos pegar o trem partindo da estação Roma Tiburtina que era mais próxima e uma estação menor e menos confusa, foi a melhor opção. Nosso trem saia originalmente de Veneza.

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(trajeto pela Circumvesuviana)

Napoli Centrale (Napoli) – Sorrento 

Chegando em Napoli Centrale embarcamos na circumvesuviana rumo à Sorrento, porém esse é tema para um post próprio, logo colocarei aqui devidamente linkado.

Vou detalhar ainda mais minha experiência em um próximo post.

Espero ter esclarecido tudo para vocês, qualquer dúvida ficarei feliz em responder nos comentários

Estação Narni-Amelia

Você e o sol na cabeça, só que o trem era verde :)

Ciao Bella!

:*

Onda Vermelha! #CoraçãoValente

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Ato na Cinelândia em apoio a reeleição de Dilma:

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Foto tirada por Thiago Cristaldi, que estava fotografando o Ato

Foto tirada por
Thiago Cristaldi, que estava fotografando o Ato

Eu estou com Dilma 13 da mesma forma que estive com Lula desde sempre!

Quer saber quem mais está com a Dilma?

#SomosTodosDilma #DilmaMudaMais #Dilma13 #DimaOutraVez #RioComDilma #CoraçãoValente #OndaVermelha

Boas eleições amanhã!

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Testei: Tinta 8.34 Majirel

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A minha tinta do coração é a 9.4 da Yellow! Porém na falta opto pela 8.4 pura, antigamente usava misturado de um 12.0 ou 10.0 ou 10.3 para abrir mais o tom, para as meninas que estão querendo acobrear um cabelo escuro, ou clarear seu ruivo, aconselho essa mistura, porém hoje quase 2 anos depois, com um ruivo já bem claro e como eu gosto prefiro o resultado da 8.4 pura, ela fixa bem, e demora mais o acobreado no cabelo antes de desbotar pro loiro.

Todavia, como não tenho mais encontrado, dei uma apostada na 8.34 da MajiPrimeiramente apenas fiz a raiz com ela, precisava retocar e não achava minha tinta, porém fiz somente a raiz, ficou bom, mas não deu para notar muita diferença pois o tom da 8.4 yellow que estava embaixo ainda estava bem acesso.

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Novamente usei essa tinta por não ter outra opção, dessa vez retoquei o comprimento também

O que posso dizer dela: Foi a tinta que menos gostei, ela é extremamente dourado, bem mais aloirada e sem graça. Não desbotou tão rápido, mas o desbotado não foi bonito.

Senti a necessidade de tonalizar 10 dias depois que eu tava loira estranha, e eu não costumo tonalizar!

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Não aconselho essa tinta, mas novamente foi o que deu para comprar, usei-a com o mix /43 da color perfect que é mais avermelhado e o que posso dizer, na raiz a cor ficou um acobreado mais intenso e fechado bonito, até mais escuro do que estou acostumada a usar, mas era o que buscava, quanto ao comprimento parece que não pegou direito, eu não sei bem o motivo mas no comprimento o cabelo pouco mudou, fiquei frustrada, é claro. Eu coloquei bastante do mix, o que eu não costumo indicar aqui, mas justamente para a cor ficar mais acessa, mais avermelhada, mais viva… Ok em três lavagens o mix da raiz já foi literalmente para o ralo e o cabelo está num dourado entediante muito chato. Meu cabelo ainda estava com uma aparência bizarra de detonado, embora no toque estivesse sedoso, as fotos não enganam, né? Aguardem novos capítulos…

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Beijos acobreados

 

Vestidos de noiva curtos e vintage

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Todo mundo que me conhece sabe o quanto eu sou fanática por casamentos. Desde que fiquei noiva em 2011 comecei a pesquisar sobre casamentos e não parei mais, o engraçado é que meu compromisso se desfez no mesmo ano, mas meu interesse por pesquisar casamentos continuou. Eu costumo dizer que não importa o noivo, eu já tenho planejado o meu casamento. Sempre gostei bastante de ver vestidos, nunca passei por uma banca sem folhear uma revista de noiva, além de que não resisto aos programas como “O Vestido Ideal” (Say Yes to the Dress) do Discovery H&H.

De um tempo para cá tenho criado uma enorme paixão por vestidos curtos. Eles são bastante apropriado para cerimônias civis, casamentos casamentos em casa, casamentos no campo, e o estilo shabby chic também combina com esses vestidos. Eu acredito que o casamento deva ser um conjunto, planejado como um todo, muitas vezes vejo nesses programas de televisão vestidos muito luxuosos em cerimônias onde eles não parecem se encaixar, tipo já imaginaram um atrevido vestido Pnina Tornai em uma igrejinha presbiteriana simples e tradicional? Só eu acho que aquilo não se encaixa? Se encaixaria melhor com um casamento em Vegas que já remete algo mais descontraído e ousado.  É claro que cada noiva veste o que quer, afinal é o dia dela! Mas muitas vezes eu vejo o quanto o vestido acaba até por ofuscar a cerimônia e a festa.

Minha paixão por vestidos que fogem do longo se encontra em meu claro amor pelo estilo vintage, e uma predileção escancarada para casamentos diurnos. Uma grande vantagem é a liberdade de movimento da noiva, por isso é perfeito para cerimônias onde o local do casamento e da festa é o mesmo, ou então para casamentos no cartório, seguidos da festa ou de um almoço comemorativo, também é uma ótima opção.

Vejam aqui alguns exemplos desses vestidos joviais que fogem do senso comum e do tédio, mas continuam sendo absolutamente clássicos e de bom gosto.

E aí meninas gostaram desses vestidos? Usariam algum desses?

*Todas as fotos são oriundas do Pinterest. Se vocês gostam de vestidos de noivas e outras coisas de casamento, podem seguir meu painel “Wedding Dream” Lá no Pinterest, quando não tenho mais nada (ou tenho, infelizmente) sempre pesquiso essas coisas por lá.

Ruivismo com Yellow 9.4: A tinta perfeita!

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Olá meninas, vim aqui falar da tinta que se tornou a mais amor dentro todos os amores de tinturas acobreadas: a Yellow 9.4

Eu como já tinha dito nos outros post utilizo oxigenada da marca  Alfaparf e não a da Yellow que é muito aguada e não gosto, embora a Yellow seja uma sub-marca do grupo Alfaparf a oxigenada é completamente diferente em sua textura. Uso essa tinta com ox.30 volumes ou ox.20v, alterno.  A ox. 30v abre mais, logicamente, mas como meu cabelo já estava bem claro, dei preferência a ox. 20v.

Foi a tinta que mais gostei, com ela não preciso de nenhuma mistura e demora a desbotar, também aconselho a quem já é acobreada e as marinheiras de primeira viagem, jeito mais simples de obter o ruivo amor.

A primeira vez que usei essa tinta foi há um ano atrás antes da minha última viagem ao Velho Continente, eu peguei muito sol, piscina, praia, vento, poeira e a tinta continuava lá. Ótima durabilidade e brilho, uma das coisas principais para mim sobre a Yellow tanto a 9.4 quanto a 8.4 o desbotamento delas é um desbotado bonito, não fica douradão Carla Perez e demora demasiadamente mais para virar “água de salsicha” hahaha.

As fotos são em diferentes épocas com a Yellow 9.4 e seus diferentes resultados com a luz. Na penúltima foto o resultado é de depois de 20 dias da aplicação  da tinta e olha como ainda estava bonito.

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Um beijão acobreado

Lá e de volta outra vez

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- Amor tá indo aonde?

- Vou sair pra comprar cigarros…

Então, saí pra comprar cigarros, sumi, arrasei o projeto de vida de vocês, mas estou de volta. 

Nesse ano além de ter abandonado o blog aconteceram muitas coisas, primeiramente estive viajando pela Itália e depois quando voltei tinha tantas coisas para resolver e fazer aqui no Rio de Janeiro que nem tivesse tempo para postar no blog. Estava no meu último período da faculdade e isso foi há um ano atrás e ainda não me formei, foi um ano agitado estágio da Licenciatura e monografia, além disso terminei meu namoro, comecei outro namoro e agora já não sei mais… Mas estou de volta com o blog! Incentivo da chará Lygia do blog Lycats :)

Queria falar algo sobre viagem, não só sobre essa última que eu fiz, mas como toda e qualquer viagem: talvez não exista no mundo melhor sensação do que viajar para voltar. Sabe como diria o Gil em Back in Bahia: “Como se ter ido fosse necessário para voltar”. Talvez nada se compare com a emoção de ver a Baía de Guanabara se aproximando, é de longe que a gente vê: O Rio de Janeiro continua sendo…

praça do comércio, lisboa

praça do comércio, lisboa

 

Sou da teoria que existe em todo viajante uma sensação muito profunda de pertencimento. Essa minha última viagem não me fez somente conhecer outras cidades, mas dessa vez conheci um pouco mais do meu país, da minha cidade! “Como assim Stavale, você não foi de novo pra Europa?” Sim, mas conhecer Portugal (infelizmente conheci só Lisboa <3) e conhecer a Itália é entender porque somos como somos. Lisboa é um espelho do Rio de Janeiro, a identificação, a semelhança é imediata, a Praça do Comércio é o que a Praça XV deveria ter sido, o calçamento português não te faz cair do salto, é tão perfeitinho que até brilha. Andar pelas ruas do Rossio, Chiado, Alfama, Bairro Alto estamos caminhando pelo Centro do Rio e Santa Teresa. Mas tem algo diferente, algo bem diferente, não só a organização, não só isso, mas o povo! O povo português é muito parecido fisicamente conosco, mas não tanto em sua personalidade. Para mim foi quando cheguei a Itália que entendi quem realmente colonizou o Brasil… foram os italianos!

o vaporetto em veneza.

o vaporetto em veneza.

 

A Itália é um Brasil com Renascença, Idade Média e Antiguidade! Os italianos são extremamente parecidos conosco, na parte boa e na ruim. São receptivos, alegres, festeiros, mas também abusadinhos, malandreados. Não posso falar aqui “esse aeroporto está parecendo uma rodoviária”, mas quando saltei na estação central de Napoli para pegar a circumvesuviana até Sorrento, era a “Novo Rio”, aquela sensação que vão te assaltar. A linda paisagem litorânea até me lembrou o Rio, a cista para Vesúvio dava um quê de Baía de Guanabara. O transporte público é engraçado, não é ruim, mas é visivelmente inferior de qualidade do resto da Europa que eu conheci e o preço era caro. Viajei em julho do ano passado, no ritmo dos protestos aqui no Brasil pelo aumento das passagens, cheguei lá já falando “fazer uma manifestação aqui”. O preço do vaporetto em Veneza por exemplo era tão ridículo que me fez pensar “nunca mais reclamo do Rio”. Em compensação as coisas boas da vida continuam baratas como no resto da Europa, leia-se cerveja e chocolate kinder. Na Italia as coisas não funcionavam assim tão bem, talvez isso tenha sido o que mais me lembrou o Brasil, minha mãe teve que fazer uso de emergência de hospital em Roma que fez a UPA parecer um paraíso na terra. Mas, apesar dos problemas, o povo continua alegre, feliz e prepotente, as paisagens continuam lindas e a Italia continua sendo… Talvez isso que tenha me lembrado tanto o meu Rio.

vista de santa teresa, rio de janeiro

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Com este singelo post, reinauguro meu blog! Vamos continuar falando de tudo aqui, viagem, cabelo, fotografia, música, arte, etc… Então sejam bem vindos!

Beijos

Anna Stavale